Miudezas, porque a realidade não existe

14 de junho de 2018

Alergias aos pólens têm dificultado a nossa vinda "aqui".

Mas eis que, entre um espirro e uma assoadela na manga da camisa, viemos mostrar um poemazinho do breviário escondido por baixo da batina.

A falta de desenvolvimento de "Juan Gabriel encheu a casa de amor".... é  culpa é do Huck.  Porquê? Porque a haver culpa é do Huck.

Atchim. Ui!  

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5 de maio de 2018

Saudadinhas né? Pois, que querem, não nos apeteceu. Mas agora voltámos, cheios de cores e penugens novas. Primavera Bro's. Haja estações de ano para nos distrairmos a pensar que nos renovamos.

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6 de abril de 2018

 - O prazo deste site está a terminar.

- Vamos presentear os nossos leitores com mais uma pérola - Juan Gabriel...., o conto Kitsch.

- Não renovamos o contrato do site?

- Hum....a pensar, a pensar....

- Vamos presentear....

- Cala-te.

- Cala-te.

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29 de março de 2018

A gerência do Clube pede desculpas. Não foi possível trazer ao palco um ou dois dedos de prosa. Volta a poesia, essa cena que não vende nem em sites gratuitos. 

Voltaremos após um intervalo de amêndoas.

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22 de março de 2018

Tomas Tranströmer (Nóbel da Literatura 2011), "50 poemas", Relógio D'Água:

«Abril e o Silêncio

(...)

O que quero dizer

tremeluz fora do meu alcance

como prata

em montra de casa de penhores.»


Temos dito!

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16 de março de 2018

Ainda não encontrámos um único ponto de venda com a nova revista Electra, da fundação EDP (temos ideia que é da Fundação, mas não certezas).

Talvez na loja do MAAT.

Quando é que um de nós pode ir lá? 

Hoje!

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1 de março de 2018

A prosa está no esmalte.

Está pronta, mas os senhores sabem que a obra necessita sempre de um esmaltezinho, uma côr, um blush pêche. 

Mais um pouco e:

Huck voltará a atacar, agora com um conto Kitsch. 

Anónimos publicará o que se encontra a escrever e que, segundo a própria, é o melhor até hoje. Está a por-se uma senhora. Diz que amadureceu (ai filha, tu vê lá se falas como gente).

SemFinn viciou-se na Casa do Cais. Afirma Pereira*, não, não, Afirma que é político. Que os putos não sabem, mas é profundamente engagé!

Entretanto, o poema que publicamos hoje é uma obra de febre (não é sempre?). Autor regressa à Terra, depois de duzentos anos sobre a sua morte, com o realizador de Blade Runner. Bolas, há doenças melhores!! 

* Afirma Pereira - Romance de António Tabuchi

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16 de fevereiro de 2018 

David Grossman - "Um cavalo entra num bar".

Leiam, leiam, por favor leiam!

Para mim, Anónimos, é o primeiro livro deste autor. Aliás, eu me confesso em praça pública (é o que está a dar): é o primeiro escritor israelita que leio. Leio e aconselho. Escrita limpa, reduzida, quase seca, cruel e humana, ou, se é humana tem de ser cruel; plena de humor e sarcasmo, com a técnica do ritmo, essencial em comédia, embora não seja livro para rir.

Semfinn e Huck estão bem. Obrigado, dizem.

Huck anda menos efusivo, mas não devia. Afinal encontrou as Elegias Romanas de Goethe, esgotadérrimo. Enfim, todos nós temos coisinhas, a vidinha.

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12 de fevereiro de 2018

Depois de ler Harpa de Ervas, de Truman Capote, é difícil apaixonarmo-nos por outro livro, assim, em contínuo.

Por isso Semfinn não aceitou  o empréstimo de um livro que o próprio pedira.

Uma pausa.

É das coisas mais belas que a vida tem, esta pausa necessária entre uma despedida e um novo lugar. Falamos de livros! 

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6 de Fevereiro de 2018

- Há poemas novos.

- Há contos novos. Há, até, o fim da peça em Teatro em construção.

- Hoje vamos dedicar o nosso entusiasmo a criar hiperligações..... e se correr bem comemos um amendoím!

..........

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2 de Fevereiro de 2018

Decidimos as novidades a colocar no site sem alongarmos muito as conversas.

Há alguém muito melindrado.

Alguém a quem dissemos: olha, porque não corriges isto?; Ou, parece-me que tens aqui uma repetição....

Os artistas, mesmo os artistolas, mesmo os artistãos, são cá uns sensíveis!....

Silêncio. vamos publicar as novidades.

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22 de Janeiro de 2018

Huck - vamos organizar este blogue. Ninguém se entende.

Anónimos - Vamos organizar este site, sim, vamos. Precisa!

Semfinn - Vamos, sim, dar uma nova roupagem à apresentação dos textos, para ser mais simpático.

Unanimidade!

Huck - Podemos discutir sobre "no Intervalo ....."

Semfinn- Não!

Anónimos - Mas podemos, pelo menos...

Semfinn - Não!

Foi-se a unanimidade...

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E a noite roda - Alexandra Lucas Coelho

O ano do pensamento mágico - Joan Didion

As ilhas desconhecidas - Raúl Brandão

Estes são os livros que estamos a ler.

E também Kaváfis.

Mas a nossa conversa foi sobre a escolha dos livros de 2017 feita por alguns leitores conhecidos da nossa praça (Jornal Expresso de uma das últimas semanas de Dezembro). Não reproduzimos a conversa por imprópria. Talvez a conclusão, sim, reproduzimos a conclusão: há por lá um ou outro livro que se alguém leu mesmo nunca o escolheria para uma estante de livros 2017. Muitos outros que, por desconhecidos, não podem merecer a nosso comentário (rosna o Huck que também é estratégia, colocar um Fassblondie entre os favoritos!!!)

Entretanto falámos de alterações climáticas, e assim conseguimos estragar um dia maravilhoso de primavera em Janeiro.

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29Dez2017 - Quase Janeiro de 2018.

Ao Huck apetece arregaçar as mangas e lutar. Ao Sem Finn sonhar. A mim, continuar a fazer de conta que muita coisa.

A todos bons sonhos!

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19/12/2017

1. Ora, dado o sucesso deste site vemo-nos obrigados a explicar a ausência durante o tempo que - perdoem-nos a repetição - estivemos ausentes.

Não, o site não tem sucesso algum.

Sim, vamos explicar a ausência.

A ausência, pura e simplesmente, não tem grande explicação: foi um pouco de inverno, bastante de preguiça, alguma coisa de má vida (tão bom!), tudo misturado dá um bom Gaspacho.

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24 de Novembro - Anónimos trouxe um poema com "ponta erótica" e critica ao status quo, na interpretação de Huck e Sem Finn.

Sem Finn trouxe também um poema cheio de juventude e erotismo, mas que não publicamos já (para uma próxima rapaz; para uma próxima!)

E na Prosa do Prosador que morreu mais um excerto de um livro que não é, mas é.

O nosso encontro de hoje foi às voltas do último número da Granta. Um artigo de Milan Kundera sobre a Europa Central (mas, sim, sobre a Europa), artigo de 1984.

Porque não lê-lo todos? Por que não, pôrra!

Uma Europa pelo cano porque já nem sabe o que é isso da cultura e de unidade cultural. Uma Europa que, tal como o hino da Polónia, "ainda não pereceu". Ou então, viremos os olhos para a TV e vejamos um belo programa, de preferência um filmezinho com extravagantes, mutantes, oh, maravilhantes! Adoramos as diferenças na fantasia e depois somos fóbicos com as reais criaturas que nos rodeiam....

É tudo por hoje. Viva o sono e o dinheiro. Olhos fechados e algum guito a crédito, ou a descrédito.

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2 de Novembro de 2017 - Foi engraçado ver o que cada um trazia para publicação aqui. Prosa e poesia em ões: Distracções e Distensões e Imbricações. Parece combinado.

Mais engraçado foi o que o Huck contou sobre um amigo que viu o nosso site - parece que com alguma atenção - e que concluiu não haver uma linha "editorial". O Huck não soube explicar. SemFinn e eu, anónimos, não quisemos aprofundar. Tenho para mim, que escrevo, que percebi a crítica e tenho ainda para mim que os meus dois comparsas também atingiram o pontozinho do comentário. Cada um vai remoer a coisa e para o próximo encontro, quem sabe, traremos a papa moída à discussão.

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25 de outubro de 2017 - um novo gás, é só o que temos para dizer. Lamentável, "né"?

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18 de Outubro de 2017 - Em tempo de incredulidade face aos acontecimentos que devastaram o país estamos ainda em estado de choque. Sentidamente consternados.

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Diz-nos o Huck que o conto "bodas de platina, ou, amor gótico" foi escrito há alguns anos. Apresentou-o num concurso de beleza mas não conseguiu o pódio.

Fora de concurso entrou directo para a selecção dos textos a publicar aqui.

Sentimo-nos confortados com o fazer o bem a um irmão.

Na poesia o SemFinn trouxe-nos "os beligerantes", g'anda malha.

Eu nada trouxe para este encontro, apenas o dinheiro para pagar as bicas.


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Hoje, dia vinte e sete de setembro do ano de dois mil e dezassete, voltámos a nós, à febre que reconhecemos, à doença que nos junta.

Aqui estamos nesta prova de vida.

Viva Fernanda Botelho e o seu sonho com Brueghel (a nova edição do livro mereceu comentários na nossa imprensa; pergunta o SemFinn se os autores das críticas leram o livro ou apenas o prefácio), livro imenso para colocar na secção "Literatura" - onde estão muitos porque já vamos no Sec XXI, onde estão poucos em comparação com tanto génio anunciado.

Viva Georges Simenon e o seu quarto azul. Conduz a história como quer o seu talento na utilização exímia da palavra.

Viva Manoel de Barros e a colectânea da sua poesia língua vida.

Viva as editoras (algumas, algumas).

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Andamos desanimados.

Porque não somos lidos, apreciados?

Nã! Há muito habituados.

Desanimados com esta contínua pasmaceira folclórica.

Mas eis que o Huck abana esta melancolia do conformismo: estamos em consonância com as estações do ano, diz; estamos com o Outono, e como ele estamos....

- Estamos desanimados como o Outono?!

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A Anónimos escreveu de rompante, tomada da famosa inspiração, o poema "O baile das pequenas figuras". Estava decidido colocar aqui um outro, "Uma espécie de hino", mas deixámo-nos agarrar por este. Há nele um sopro de Manoel de Barros? Hum....pois, talvez estejamos a sonhar acriticamente (sonho acrítico?) por cima de um arranha-céus; ou o pretenso sopro foi o conjunto de poemas que dele lemos no último encontro.

Já que se falou do sonho: se não fosse o sonho senhores....se não fosse o sonho, quem habitaria as cidades?

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Houve qualquer coisa que nos afastou destas lides durante umas semanas, não sabemos bem o quê. Estamos de volta, é o que interessa. Ficava bem um "smile" a fechar esta mensagem de regresso, mas não, mais vale imaginar um sorriso e multiplicá-lo por três.

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A Anónimos está preocupada com a peça do teatro em construção. Sempre a perguntar quando publicamos o final.

....ora - tento explicar, como um homem explica a uma mulher neste século vinte e um: paternalmente, sempre - é a única peça que temos....

- Queres pô-la a render, é isso?

Não há comunhão possível.

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Reunidos de novo. Passaram uns dias e as ideias multiplicaram-se. A ausência, para uns recolhimento, para outros farra, inspirou-nos, mas....

O mas reside no facto de SemFinn considerar que uma dose cavalar de pombos na secção poesia obriga a mandar para o histórico o conto "O canário". Demasiado pássarofilia, diz.

E assim fizemos, estranhamente sem discussão. Não foram os dias de descanso, não, o que nos une nesta manhã não são as faces sem olheiras, é um orgulhosito no que escrevemos na epopeia dos pombos, ou será dos homens?

Terminámos a falar de Sam Shepard e de Jeanne Moreau. Homenageámo-los. Gente que nos acompanhou na juventude, sim, todos vimos filmes com a maravilhosa, tão única, Jeanne Moreau, e Sam Shepard é para nós anos 80 a bombar movida e angústias, melancolia que se vive tanto nos States como em Portugal. Fizeram-nos sonhar, pensar. Viva eles!

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Na discussão sobre soluções para tornar mais apelativo este site um de nós sugeriu - Arre que blasfémia! - que colocassemos "new entries" nos textos novos que fossemos colocando, isto para mais rapidamente os distinguirem dos mais "velhos".

O purista racional ao serviço puxou-nos as orelhas forte e feio, acto físico acompanhado de fúria verbal vernaculamente exercida.

- Novas entradas? - tentei timidamente?

- E que tal uns bonequinhos sacados da Net? - ironizou o mesmo purista - ou colocar fundos coloridos sob os textos? - arrematou em gozo.

Confidenciou-me o da ideia de uma expressão em inglês, como se estivessemos a propagar um negócio - estive quase para sugerir appetizers!!

A vida de três tristes e desavindos timoneiros.

hfa

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Outra, que a vida real também tem peripécias:

A filha de um amigo, uma menina de oito anos, ao ouvir uma conversa de gente crescida das letras que combinava um qualquer recital de poesia perguntou porque não convidavam também a Senhora Sophia porque tinha adorado "A menina do mar".

O que esperava eu depois de contada esta história? Que se enternecessem com a vontade da menina...

Nã.......

A pequena historieta só serviu para inflamar as certezas de um de nós de que o fim da humanidade como foi possível sonhá-la está prestes a acontecer: uma miúda de oito anos não sabe que Sophia de Mello Breyner Andresen faleceu, ninguém a informa ao dar-lhe o livro para as mãos?...- e isto e aquilo e aqueloutro, e que grande é a ignorância dos paizinhos das letras e que grande, e quão pequena....

Se pudesse utilizar expressões em inglês diria: wtf!

hfa

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Hoje, dia 28 de julho de 2017, começámos mais cedo do que o habitual, deu-nos para a disciplina desde que nos apercebemos que trabalhar para um site só pode ter alguma diversão para quem domine a linguagem informática, sim, eu passei um serão a tentar perceber a utilidade da linguagem html. Passei a pasta ao SemFinn.

A propósito de uma cadela de pelo branco que passou por nós e nos seduziu, o SemFinn teve uma epifania: - vamos mudar o nome do site, Arraçados é que é.

- Não, respondi - não há alterações.

- Mas Arraçados é que explica o que somos - continuou - e tem conotações com o que defendemos - continuou, emaranhando-se em detalhes que nos escusamos de transccrever.

Quando vi o Huck entrar em posição ombros caídos, lábios cerzidos, quase derrotado, intervim com régua para bater nas mãos dos meninos - o que precisamos é de um revisor de textos, e se a coisa não se resolve já despeço-me de fiel secretário.

(enervados somos do melhor)

Um foda-se liminarmente dito pelo Huck reposicionou-nos. Ele levantou os ombros, o SemFinn deu a dica de transpormos esta peripécia para o site (esteve bem) e eu, Anónimos, fui sugerindo textos a publicar. A votação correu bem.

hfa

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O SemFinn chegou ao café onde combinámos trabalhar sobre esta ideia estapafúrdia do blogue já amofinado com acontecimentos na viagem de comboio. Tagarelou muito até pedir uma torrada - para beber ainda não sei...já peço....- e terminou a sua história de peripécias matinais com esta pérola: - e o gajo desdentou-me um sorriso.

Ah poeta! Canta e espanta!

hfa

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O Huck deu-me a ler uma entrevista com uma pessoa que escreve, publica e vende.

Lida parte da entrevista perguntou-me, ansioso, então, então?

Concordo contigo, respondi-lhe.

Pois claro, desabafou, escritor o tanas, um tecnocrata de parágrafos.

(A gente entende-se!) Agora há que ler o livro e ver se temos razão, não?

Amuou.

hfa

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Quando um alemão, para me facilitar a vida soletrava ao telefone as letras de um nome e, chegado à letra F, soprava pela linha: - ffff, e, tentando amanteigar as letras numa aproximação falhada à pronúncia lusa fazia ecoar pêssôáááá pôétáááághh.

Portanto a letra éfe está para Pessoa, como a letra dabliu para shakespeare.

hfa